quarta-feira, 9 de abril de 2014

HORA DO POENTE



Hora do poente!
Quem não vê o vermelho
que se lhe solta das veias?
A cor sangue de cerejas
alargada até ao horizonte 
sobre a manta a perder o azul?
Transformação?
Melancolia?

Ou excitação de olhos de brisa?